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Mensagem do dia 08/05/2016

Amor Fraternal

 

"A Terra é fundo abismo onde se multiplica o desespero e a amargura reina" - afirma o pessimismo. Mas o amor fraternal, que não persegue nem censura, coloca mãos à obra do soerguimento e tudo renova.

"Viver entre os homens significa padecer em cada instante" - assevera o ódio. Todavia, o amor fraternal toma as cruzes em que estão as criaturas de braços distendidos e transforma as traves em rotas luminosas para a liberdade.

"Servir, amar, perdoar, são expressões utópicas da fraqueza dos vencidos" - atesta a desesperação. Sem embargo, o amor fraternal serve, ama, perdoa e gera clima de otimismo, onde a ruína semeara destruição.

"Não valem os esforços e as renúncias para aqueles que estão caídos" - atestam os que se deixaram tisnar pela desdita. Porém, o amor fraternal se converte em degrau abençoado e por ele se elevam os que jazem no sofrimento, alçando-os ao cume da vitória.

Há sempre lugar para que o amor fraternal se manifeste.

Se chove e alguém blasfema, ele aponta a alegria do campo que reverdece.

Se o Sol arde e outrem reclama, ele fala do benefício da claridade que enseja trabalho dos que necessitam viver.

Se irrompe a guerra, ele é o caminho da paz.

Se governa a paz, faz-se o elo da fraternidade que faculta o progresso.

O amor fraternal que, recorda o herói anônimo que se ocultou nos trapos da carne para edificar a vida na humanidade de todos os tempos, é a alavanca promissora e eterna de que podes dispor para alçar os que caíram e te ergueres na direção da plenitude da vida.

Quando todos os métodos te pareçam ultrapassados e quando todas as técnicas estiverem desvitalizadas; quando as circunstâncias se manifestarem aziagas e as ocasiões se fizerem pessimistas, aplica o amor fraternal sem pressa, sem imposição, como alguém que dilui unguento balsâmico e perfumado sobre nodosa afecção orgânica e conta com o milagre do tempo para resolver o impasse.

Verás, então, reflorescer a esperança, renascer a alegria, ressurgir a felicidade onde há pouco sobrenadavam destroços, graças, agora, ao amor fraternal.

 

Do Livro "Celeiro de Bênçãos", Psicografia de Divaldo Pereira Franco, ditado pelo espírito de Joanna de Ângelis.

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