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 De que trata o Espiritismo?
O Espiritismo é uma doutrina revelada pelos Espíritos Superiores, através de médiuns, e organizada pelo pedagogo francês Allan Kardec no Século XIX. Estima-se que no Brasil os espíritas sejam 3,8 milhões (2% da população). O Rio de Janeiro é o estado com o maior percentual de pessoas que se declaram seguidoras do Espiritismo (4%).
A Doutrina Espírita responde a perguntas essenciais ao ser humano:
De onde viemos? Para onde vamos depois da morte?
Por que umas pessoas sofrem mais do que outras? Por que uns são pobres e outros são ricos?
Por que uns nascem cegos, aleijados ou com alguma deficiência, enquanto outros nascem inteligentes e saudáveis? Por que há tanta desgraça no mundo e a tristeza parece superar a alegria?  O Espiritismo é:
CIÊNCIA – Estuda, à luz da razão e dentro de critérios científicos, os fenômenos provocados pelos espíritos. Para o Espiritismo, não existem milagres; todos os fenômenos, mesmos os mais estranhos, têm explicação e são, portanto, de ordem natural.
FILOSOFIA – Oferece uma interpretação para a vida a partir dos fenômenos, respondendo questões como o que fazemos no mundo e qual o sentido da vida.
RELIGIÃO – Tem por objetivo a transformação moral do homem, retomando os ensinamentos de Jesus Cristo para --que sejam aplicados na vida diária. Revive o Cristianismo na sua verdadeira expressão de amor e caridade.
Princípios Básicos do Espiritismo
Existência de Deus:
Deus é a Inteligência suprema, causa primária de todas as coisas. O Criador é a Suprema Perfeição, possuindo atributos que não podemos conhecer plenamente, por nossa imperfeição e inteligência limitada. Imortalidade da alma
A morte não existe. Somos espíritos imortais, criados por Deus simples e ignorantes, com a missão de evoluir segundo nossos próprios esforços. Quando nascemos no corpo físico, dizemos que reencarnamos. Quando morremos, dizemos que desencarnamos, retornando ao Plano Espiritual, de onde viemos ao nascer. Reencarnação
Disse o Cristo: “Ninguém poderá ver o Reino dos Céus se não nascer de novo”. Criados simples e ignorantes, nós dispomos de livre arbítrio para decidir e criar nosso próprio destino, escolhendo entre o bem e o mal. Mas, na nossa marcha do progresso, precisamos adquirir experiências nas inúmeras existências no plano físico – as encarnações. Nascemos, morremos e tornamos a nascer, evoluindo sempre. Não sabemos quantas encarnações tivemos, nem quantas ainda teremos até alcançarmos o desenvolvimento moral necessário para nos tornarmos espíritos puros. Mas, tal como numa escola, cabe a nós cumprir bem nossas tarefas para não repetir de ano.
Reencarnamos para:
1) Expiar o mal que praticamos no passado.
2) Passar por provas ante as dificuldades da vida.
3) Ajudar a humanidade através da exemplificação do bem.
4) Desempenhar uma missão, prestando serviços à humanidade. Esquecimento do passado
Por Sabedoria Divina, não lembramos das vidas passadas. Se lembrássemos do mal que fizemos ou dos sofrimentos que passamos, dos inimigos que prejudicamos ou que nos prejudicaram, provavelmente não teríamos condições de viver entre eles atualmente. Muitas vezes, os inimigos do passado reencarnam como nossos filhos, irmãos, pais ou amigos próximos, para que, juntos, possamos nos reconciliar das faltas do passado e seguir nossa jornada evolutiva. Comunicabilidade dos Espíritos
Os espíritos estão entre nós, exercendo sua influência. Sua ação quase sempre está restrita ao pensamento, uma vez que não podem agir diretamente sobre a matéria. Mas eles podem se comunicar conosco através dos médiuns. Esta comunicação depende do tipo de mediunidade ou faculdade do médium: pode ser pela fala (psicofonia), pela escrita (psicografia) ou por batidas (tiptologia). Mas toda comunicação deve ser analisada com o devido cuidado, porque os espíritos desencarnados guardam as mesmas características de quando estavam encarnados: são bons ou maus, sérios ou brincalhões, cultos ou medíocres. Fé raciocinada
Para crermos de verdade, antes de mais nada, precisamos compreender aquilo em que devemos crer. A crença sem raciocínio não passa de crença cega, crendice ou mesmo superstição. Antes de aceitarmos algo como verdade, devemos analisar bem, com o crivo da razão. “Fé inabalável é aquela que pode encarar a razão, face a face, em todas as épocas da humanidade”, observou Allan Kardec. Evolução
Enquanto espíritos, todos nós fomos criados simples e ignorantes, com o compromisso de evoluir segundo nosso livre arbítrio. De acordo com o Espiritismo, não há céu nem inferno. O mal que sofremos e os benefícios que recebemos são resultados diretos das nossas atitudes nesta e em outras encarnações. Quanto melhor for nossa conduta, dentro dos princípios cristãos, mais depressa nos libertaremos dos sofrimentos, encurtando o caminho da evolução. Deus não quer que nenhum de seus filhos se perca. Pluralidade dos mundos
Não estamos sós no Universo. Como disse Jesus, “há muitas moradas na casa do Pai”. Os espíritos habitam muitos outros mundos, agrupando-se de acordo com seu grau de evolução. O planeta Terra, caracterizado como um mundo de provas e expiações, ainda está nas primeiras etapas de sua jornada evolutiva. O progresso dos espíritos que o habitam – encarnados e desencarnados - trará o progresso gradual do planeta, onde o bem aos poucos substituirá o mal, até que exista a felicidade plena. Lei Moral
As Leis Morais estão escritas na nossa própria consciência. Nossa evolução depende dos nossos atos pautados pelos ensinos de Jesus, que recomendou: “Amai-vos uns aos outros”. Como seres dotados de inteligência, sabemos os passos que devemos tomar para chegar à perfeição. ---Seguir o exemplo vivo do Cristo deve ser o ideal de todo espírita. Como disse o Espírito da Verdade, “Fora da caridade não há salvação”.
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